Pode parecer que a IA virou o tabuleiro de cabeça pra baixo, mas a verdade é que ela só confirmou quem já estava perdendo.
Se você não está aparecendo na jornada de compra via IA, o problema talvez não seja novo.
Como disse um amigo: "Tem gente que chegou no segundo tempo, o jogo está 7x1, e a pessoa acha que a regra mudou. Ela só está atrasada.".
O que faz uma marca aparecer no Google, nas redes sociais ou em qualquer outro lugar não mudou. O foco continua sendo em uma estratégia de relevância, e não em algoritmos.
E é exatamente relevância que a IA busca. Pra construir essa relevância e garantir seu lugar na prateleira, seu trabalho precisa se sustentar em três pilares fundamentais do SEO, que continua sendo SEO, onde quer que a busca comece:
1. Tech: é o que te coloca no jogo. Seu site e blog são fontes primárias pra treinar as IAs sobre sua marca. Uma arquitetura clara, código bem programado e, principalmente, velocidade são muito importantes.
As IAs, assim como as pessoas, não esperam uma página carregar; se seu site é lento, você perde a chance de treiná-las e seu conteúdo pode ser lido apenas parcialmente.
2. Content: é aqui que a narrativa é construída. Conteúdo confiável, que demonstra experiência prática, autoridade e transparência (o famoso EEAT), é essencial.
A IA sintetiza opiniões, e se a sua marca não tem uma visão única, um ponto de vista, ela será apenas mais do mesmo, ficando fora do horário nobre. Conteúdo bom não é o que apenas informa, é o que marca.
3. Trust: a reputação que confirma sua história. Na era da IA, a definição de conteúdo mudou: não se trata do que sua marca diz sobre si mesma, mas do que o mundo diz sobre ela.
Fatores como menções da marca na web são 10 vezes mais relevantes pra aparecer nos resumos de IA do Google (AI Overviews) do que os tradicionais backlinks. Cada review, cada comentário em fórum, cada postagem no TikTok é uma onda sonora que forma um grande eco que a IA ouve e, mais importante, entende o sentimento.