Vender é só o começo! “Como assim, Gui?”
Depois da venda, há muitas possibilidades, inclusive, vender mais. Com o Customer Success, é possível ainda transformar clientes em promotores da marca e multiplicar a receita. Mas como se ajusta essa mira? Na edição #1, você leu sobre pirâmide de Chet Holmes, um pouco sobre geração e captação de demanda e outras cositas más.
Hoje o papo segue esse fluxo: 💡 Vendi, e agora? 💡 1 é pouco, 2 é bom, 3 é retenção de cliente 💡 Case de quem bateu a meta de 1 ano em 1 mês 💡 No final, ainda tem um presente! (Não vale pular!) |
A necessidade faz a ocasião
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Me permiti mudar o provérbio para que você entenda como a necessidade fez muito pelo Customer Success.
O que chamamos hoje de CS surgiu da necessidade de transformar um atendimento passivo em uma estratégia de negócio. Mas essa ideia não chegou do nada. O conceito começou a tomar forma com as empresas de SaaS. Diferente de uma venda única, como se estava acostumado, no modelo de subscrição, a receita da empresa dependia da retenção dos clientes ao longo do tempo. Ou seja, se o cliente não percebesse valor no serviço, ele cancelava a assinatura (churn), reduzindo a receita da empresa. Começou a entender o drama, né? 😟 O marco, aquele momento que todo mundo conta como o surgimento do Customer Success, veio a partir da Salesforce lá em 2004.
94% dos clientes que assinaram com eles naquele ano, cancelaram justamente porque estavam enfrentando dificuldades com o uso do CRM. Diante disso, a Salesforce passou a: ➡️ Promover treinamentos e onboardings para novos clientes; ➡️ Monitorar o uso da ferramenta, identificando dificuldades e oportunidades de melhoria;
➡️ Criar indicadores de "saúde do cliente" para prever cancelamentos e tomar ações preventivas; ➡️ Realizar pesquisas de satisfação. Viu como a necessidade fez a ocasião?! |
Agora que você conhece a história do Customer Success, entende como a venda não é o seu ponto de chegada? O momento é de pensar no pós-venda como um funil também. A relação com o seu cliente deve continuar firme e forte, como uma rotina mesmo. |
Mas perceba: eu não estou falando em mandar uma mensagem no dia do aniversário desse cliente, estou falando em uma rotina de relacionamento. O funil vai te ajudar na estruturação desse relacionamento, além de te colocar no caminho certo de uma estratégia muito mais ampla. Ele passa por quatro fases:
➡️ Adoção: oferece ao cliente as condições para que ele use as ferramentas; ➡️ Retenção: garantir que o cliente tenha sucesso com o produto;
➡️ Expansão: estimular upgrades e vendas adicionais;
➡️ Indicação:
transformar clientes satisfeitos em promotores da marca.
Relacionamento, quando aquecido, faz com que seu cliente fique à vontade. A intimidade abre meios para descobrir dores, gargalos, próximos passos, melhorias de projeto... É outro patamar! Gosto muito daquela frase que diz que, para cada cliente que reclama, existem 26 clientes insatisfeitos em silêncio. Já pensou no estrago? |
No fim do dia, CS, Marketing e Vendas querem a mesma coisa: vender mais |
É possível entregar uma experiência ao cliente ainda mais completa quando as três áreas se juntam.
O Marketing pode compartilhar dados sobre o comportamento dos clientes, ajudando Vendas a personalizar abordagens. Já a equipe comercial precisa repassar expectativas e necessidades dos clientes ao CS, que, por sua vez, monitora dificuldades, oportunidades de expansão, melhorias de produtos e feedbacks para ajustar estratégias. Tá tudo conectado!
Dois pontos dependem muito dessa colaboração. E aqui nós colocaremos o CS como ponto focal: o churn e a expansão de receita. Veja bem, se o CS identificar sinais de churn, pode alertar o Marketing a criar campanhas de re-engajamento e orientar Vendas a agir preventivamente.
Já na expansão de receita, o CS identifica clientes com potencial para upgrades e novas funcionalidades, enquanto Vendas personaliza ofertas e Marketing cria campanhas segmentadas para impulsionar novas compras. Lembra que lá no começo eu falei que era possível transformar clientes em promotores da marca e multiplicar a receita? Era disso que eu tava falando! 😎
E por aí, como anda o relacionamento com o seu cliente? |
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Chegando ao final dessa edição! |
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