Durante duas décadas, fomos condicionados a competir por posições no Google. Ser encontrado era sinônimo de aparecer na primeira página de resultados. Agora, essa equação acabou. A forma como o mercado descobre marcas foi reescrita pelo ChatGPT e outras IAs generativas.
Quando um consumidor abre uma inteligência artificial para tirar dúvidas ou resolver um problema, ele não quer receber uma lista de links e navegar por meia dúzia de sites, ele quer receber uma resposta pronta, uma recomendação direta, segura e confiável.
E é aqui que surge a pergunta que separa marcas fortes de marcas invisíveis:
O ChatGPT sabe quem você é o suficiente para te recomendar como a melhor solução?
Essa nova visibilidade não tem nada de mística. Não é sorte, não é uma “caixa-preta” que só algumas empresas desvendam. É engenharia de dados, é estratégia de marca e é maturidade digital. É construção deliberada.
Se você quer deixar de ser invisível para modelos de IA, precisa entender uma verdade simples: a IA reconhece padrões e prioriza autoridade. Na Orgânica, estruturamos essa lógica em três pilares inegociáveis: Tech, Content e Trust.
Sem eles, sua empresa é apenas ruído no banco de dados. Com eles, ela se torna o sinal que a IA escolhe propagar. Aqui você vai entender como dominar cada um!

Quando o ChatGPT deixa de ser só mídia e vira canal de venda
Até pouco tempo atrás, dava para encarar o ChatGPT apenas como mais um ponto de influência no topo do funil. Um lugar onde a marca precisava “aparecer bem” para depois disputar o clique, o lead e a venda em outros canais.
Mas esse cenário logo ficou para trás.
O ChatGPT está avançando rapidamente para um papel muito mais direto na jornada de compra: além de recomendar, ele orienta, valida e, em alguns casos, já viabiliza a conversão.
Estamos falando de uma mudança estrutural, não conceitual.
Hoje, quatro movimentos deixam isso claro:
1. Shopping Research

Cada vez mais, o uso do ChatGPT na jornada de compra acontece em um momento crítico: a validação da escolha.
É comparação de verdade, com risco financeiro e reputacional envolvido.
Perguntas como:
- “Qual a melhor opção para empresas do meu porte?”
- “Vale mais a pena X ou Y?”
- “O que o mercado costuma usar nesse cenário?”
O ChatGPT responde com critérios, contexto e recomendações, e o conteúdo superficial perde completamente o valor. Afinal, a IA prioriza quem explica melhor, contextualiza melhor e demonstra domínio real do problema.
Não é sobre volume de conteúdo. É sobre clareza, profundidade e autoridade no momento da decisão.
2. Instant Checkout

Em alguns mercados, o ChatGPT já permite que o usuário descubra, compare e finalize uma compra dentro da própria conversa, sem visitar sites, marketplaces ou landing pages.
Isso encurta radicalmente o funil.
A clássica sequência “pesquisa, clique, visita e/ou conversão” começa a colapsar em um único momento decisório.
Se a IA confia na marca e a recomenda, a venda acontece ali.
Sua marca está preparada para ser recomendada — ou para ser comprada no mesmo instante em que é recomendada?
3. Anúncios no ChatGPT

A entrada de formatos patrocinados no ChatGPT é inevitável e acabou de começar.
Mas existe uma armadilha óbvia: anúncios dentro de um ambiente de recomendação só funcionam se a marca já for confiável.
Diferente de um feed ou de uma SERP tradicional, o usuário está ali buscando segurança, não descoberta aleatória.
Se a IA recomenda organicamente seus concorrentes e você aparece apenas como link patrocinado, o contraste joga contra você. Entende?
No ChatGPT, mídia não cria autoridade. Ela amplifica autoridade existente.
4. Apps e integrações

O avanço das integrações é mais um ponto que transforma o ChatGPT em algo maior do que um canal de informação, mas sim um ambiente de ação.
Simulações, comparações, personalizações, agendamentos, orçamentos e início de pedidos podem acontecer dentro da conversa, consumindo dados e sistemas das próprias marcas.
Nesse cenário, o site deixa de ser apenas um destino final. Ele vira uma base de dados confiável para a IA operar em cima.
O ChatGPT já participa da receita (mesmo que você não esteja presente)
A soma desses movimentos deixa uma mensagem clara:
O ChatGPT não é mais apenas um influenciador da jornada de compra. Ele está se tornando um intermediador ativo entre marcas e decisões de negócio.
É exatamente por isso que visibilidade sem estrutura, conteúdo sem profundidade e marca sem confiança não sustentam mais resultado.
A partir daqui, não basta “aparecer bem”. É preciso ser elegível para recomendação, confiável para validação e preparado para conversão.
E é isso que nos leva aos três pilares que realmente definem quem o ChatGPT escolhe recomendar: Tech, Content e Trust.
Os 3 pilares para “treinar” o ChatGPT a vender sua marca
Para entender como influenciar a IA, primeiro precisamos entender como ela “pensa”. Diferente do buscador tradicional, que indexa e ranqueia, o Modelo de Linguagem Grande (LLM) aprende e associa. Ele consome trilhões de dados para entender padrões.
Se você quer que o ChatGPT fale sobre você, você precisa fornecer a ele os dados certos, na estrutura certa e validados pela reputação certa. Na minha visão, essa estratégia se sustenta em um tripé indissociável. Se um desses pés falhar, a estrutura cai e sua marca volta para a invisibilidade.
1. Tech: a base para o ChatGPT encontrar e entender você
Eu gosto de usar a analogia da biblioteca. Imagine que o seu site é um livro incrível, cheio de sabedoria. Mas, se a biblioteca estiver trancada, ou se as páginas do livro estiverem coladas, ou se o sumário estiver todo bagunçado, o bibliotecário (neste caso, a IA) nunca vai conseguir ler o conteúdo, muito menos recomendá-lo a um leitor.
O pilar de Tech é a base para “jogar o jogo”. É a infraestrutura que garante que o crawler da OpenAI ou do Google consiga acessar, ler e processar o que você tem a dizer. Sem isso, todo o resto é esforço desperdiçado.
Por que a performance do seu site (Core Web Vitals) é a porta de entrada para a IA?
Muitos líderes de marketing ainda veem a velocidade do site e os Core Web Vitals apenas como uma métrica de UX para humanos. “Ah, precisamos carregar rápido para o cliente não desistir”. Isso é verdade, mas, na era da IA, a performance ganhou uma nova camada de criticidade.
Os bots de rastreamento têm recursos limitados e operam com eficiência máxima. Se o seu site demora para responder, se o servidor engasga, se o tempo de carregamento excede um limite aceitável (falamos de timeouts de 1 a 5 segundos), a IA simplesmente desiste. Ela vira as costas e vai para o próximo site — provavelmente o do seu concorrente.
Um site lento cria um muro invisível. Para você ter uma ideia da escala, estima-se que o GPT-4 tenha sido treinado com um volume massivo de 13 trilhões de tokens. Estamos falando de um oceano de dados. Se a IA não consegue ler seu site rapidamente devido a falhas de performance, você é apagado desse dataset gigantesco.
Performance técnica é pré-requisito de sobrevivência digital. Sem isso, você perde a chance de alimentar a IA com a sua verdade.
Estrutura e HTML semântico: ensinando ao robô o que é mais importante na sua mensagem
Uma vez que garantimos o acesso (velocidade), precisamos garantir a compreensão. A inteligência artificial é brilhante, mas ela precisa de estrutura para entender o contexto. É aqui que entra a topologia do site e o HTML semântico.
Pense no seu site como um documento corporativo. Se você entregar um relatório sem títulos, sem parágrafos, tudo em um bloco de texto corrido, ninguém vai entender o que é prioridade. Com a IA, é a mesma coisa.
Precisamos usar a tecnologia para dizer ao robô: “Ei, isto aqui é um Título (H1), isto é um subtítulo (H2), este parágrafo explica o conceito X”. Uma arquitetura de informação clara permite que a máquina entenda a hierarquia do seu conteúdo. Ela precisa saber que a “Solução A” é um produto da “Categoria B”.
Quando estruturamos bem o site, estamos facilitando o trabalho cognitivo da IA. Estamos dizendo a ela exatamente como conectar os pontos sobre a nossa marca. Se o seu site é uma bagunça, a IA pode até ler as palavras, mas falhará em capturar o sentido e a relevância do que você oferece. E sem relevância, não há recomendação.
2. Content: o que você conta para o ChatGPT sobre a sua marca
Agora que a “biblioteca” está aberta e organizada (Tech), precisamos falar sobre o livro em si. O que está escrito nas suas páginas?
O pilar de Content é onde a batalha pela diferenciação é vencida ou perdida. E aqui, preciso ser bastante honesto: a maioria das empresas está produzindo “ruído”. Com a facilidade da IA generativa, a web foi inundada por conteúdo mediano, padronizado e sem alma.
Se a sua estratégia de Marketing de Conteúdo se resume a pedir para o ChatGPT escrever “10 dicas sobre X”, você está apenas alimentando o modelo com o que ele já sabe. Você está criando eco, não voz. Para ser recomendado, você precisa ser um sinal.
Se você não tem opinião, se não tem uma visão ou um contexto único, você não vai aparecer.
O fim do conteúdo genérico: por que o ChatGPT valoriza opiniões e Unpromptable Ideas?
Eu criei e defendo fortemente o conceito de Unpromptable Ideas. São aquelas ideias que nascem do insight humano, da experiência de vida, da dor real sentida no front de batalha do mercado — coisas que uma IA, que é essencialmente uma máquina de prever a próxima palavra baseada em probabilidade, jamais conseguiria gerar sozinha.
A IA busca padrões. Se o seu conteúdo apenas repete o padrão, ele é diluído. Para se destacar, sua marca precisa ter opinião. Precisa ter uma visão de mundo própria. O conteúdo que “marca” é aquele baseado no conceito de EEAT (Experiência, Expertise, Autoridade e Confiança), que nasceu no Google, mas a lógica por trás também vale para qualquer IA.
O ChatGPT quer saber quem está dizendo e por que aquilo é verdade. Ele valoriza a procedência. Quando sua marca publica estudos originais, defende teses contrárias ao senso comum ou apresenta metodologias proprietárias, você está criando um dado novo no universo. Você deixa de ser “mais do mesmo” na prateleira da IA e passa a ser a fonte da informação.
Conteúdo bom hoje não é o que informa. Informação é commodity. Conteúdo bom é o que lidera o pensamento. É o conteúdo com alma, que traz relevância. É esse tipo de material que faz a IA associar sua marca aos tópicos mais importantes do seu setor.

Case SuperPro: conteúdo focado em qualidade gerou um aumento de 1.116% em oportunidades de negócio
Para ilustrar que isso não é teoria, mas estratégia de campo, vejamos o caso da SuperPro Bettanin.
A empresa atua num mercado B2B extremamente competitivo (produtos de limpeza profissional), então focamos em qualidade e em conectar os produtos às dores reais de distribuidores e empresas em cada etapa do funil, criando um ecossistema de conteúdo que educa o mercado com profundidade técnica e visão estratégica.
Veja o site do nosso cliente aparecer, mais de uma vez, logo nas primeiras recomendações do ChatGPT ao perguntar sobre os principais produtos e equipamentos para limpeza predial:

E o resultado não foi apenas tráfego, foi negócio.
Em comparação com o semestre anterior, a SuperPro viu um aumento de 1.116% em oportunidades de negócio através da busca orgânica. Já a estratégia de e-mail, nutrindo esses leads com conteúdo de alto valor, gerou um aumento de 950% em oportunidades vindas desse canal.
Mais do que isso, a taxa de conversão de leads em oportunidades saltou de 14% para 37,5% no período de 6 meses analisado. Isso prova que, quando você sai do raso e entrega conteúdo que realmente resolve problemas (o “sinal”), você não só agrada os algoritmos, mas transforma leitores em compradores. É o poder de um conteúdo que a IA (e as pessoas) reconhece como valioso!
3. Trust: como o ChatGPT valida sua história com o mercado
Você tem a tecnologia (Tech) e tem a narrativa (Content). Mas por que a IA deveria acreditar em você? Na era da desinformação e das “alucinações” de IA, a confiança é a moeda mais valiosa.
O pilar de Trust é o mecanismo de validação. A IA não confia cegamente no que você diz sobre si mesmo no seu site. Ela cruza essas informações com o que o resto da internet diz sobre você. É a reputação que confirma a história.
Menções, reviews e PR: por que o que o mundo diz sobre você é o fator decisivo para a IA?
Antigamente, o SEO era muito focado em backlinks (links de outros sites para o seu). Hoje, na era da IA, o conceito evoluiu para “menções de marca”.
Estudos indicam que menções à sua marca em contextos relevantes — notícias, reviews, fóruns especializados, citações em estudos — são sinais poderosos para os modelos de linguagem. É o endosso de terceiros. Se o seu site diz que você é “líder em CRM”, mas ninguém na web cita você quando fala de CRM, a IA entende essa discrepância.
Sinais técnicos (o “cérebro racional”) colocam sua marca no jogo, mas a IA tem uma obsessão crescente: a precisão. Dados da OpenAI indicam que o GPT-4 é 40% mais propenso a produzir respostas factuais do que seu antecessor. Isso significa que o algoritmo está ativamente tentando evitar “alucinações”.
E como ele faz isso? Cruzando dados. É a autoridade e a confiança (o “cérebro emocional”) que dão à IA a segurança estatística para citar a sua marca como a resposta correta.
Você precisa cercar a IA com sinais de confiança — relações públicas digitais, gestão de reputação e presença em canais de autoridade — para ser a fonte segura que ela prioriza.
Case Boschetti Studio Legale: autoridade externa que gerou um ROAS de 7.936% e a liderança no nicho
Um exemplo de como a confiança constrói resultados é o Boschetti Studio Legale.
Estamos falando de um serviço de alta complexidade e alto valor: cidadania italiana via judicial. A decisão de compra aqui é baseada quase 100% em confiança. Ninguém contrata um escritório internacional se tiver a menor dúvida sobre sua idoneidade.
O desafio era vencer a desconfiança e o ruído de um mercado cheio de promessas vazias. A estratégia focou em construir uma autoridade inabalável. Produzimos conteúdos profundos que respondiam a cada dúvida jurídica, mas, mais importante, trabalhamos para consolidar a marca como a referência técnica no assunto.
Conseguimos reduzir o ciclo de vendas de 5 meses para apenas 2 meses. Quando o cliente (e a IA) confia, ele decide rápido. Além disso, a eficiência do investimento foi brutal. Com uma marca forte e confiável, cada real investido em mídia retornou muito mais, alcançando um ROAS de 7.936%. Ou seja, para cada R$ 1,00 investido, voltaram R$ 79,36.
E mais: dominamos o topo do Google (e consequentemente as respostas de IA) para termos de alta intenção de compra, como “advogado cidadania italiana” e “cidadania italiana via judicial”. Isso é Trust em ação: a autoridade da marca hoje é tão forte que ela se tornou a resposta padrão do mercado.
Veja acontecendo na prática: ao perguntar “Quais são os requisitos pra pedir cidadania italiana via judicial?”, a resposta do ChatGPT começa justamente com a imagem do nosso cliente, no topo de tudo.


E agora olha só: ao pedir indicação de algum advogado, o ChatGPT trouxe uma ficha completa. Incrível, né?

5 dicas para liderar as respostas do ChatGPT
A estratégia para vencer na era da IA se sustenta nos pilares Tech, Content e Trust. Mas, na prática, eles precisam ser divididos em ações táticas.
As 5 dicas a seguir são o que há de mais prático para otimizar seu conteúdo e garantir que ele seja o “sinal” mais fácil de ser encontrado e recomendado pelo ChatGPT.
1. Construa e marque o conteúdo em formato de FAQ com Schema Markup
Não apenas crie páginas de perguntas e respostas (FAQ), mas implemente o Schema Markup (dados estruturados) de FAQ no código.
O ChatGPT e outras IAs generativas buscam respostas prontas e de alta confiança. O Schema Markup é uma “linguagem” técnica que diz ao robô: “Este é um par de pergunta e resposta”. Isso facilita drasticamente a extração de trechos exatos do seu site para a resposta final da LLM, pois o conteúdo já está estruturado para esse fim.
2. Adote uma escrita pensada para prompts e com tom conversacional
Oriente o time a escrever o conteúdo com clareza e um tom de voz que antecipa a pergunta do usuário. Substitua parágrafos longos por listas, tópicos e respostas diretas.
Os usuários interagem com IAs usando linguagem natural e fazem perguntas específicas (“Me recomende…”, “O que é X?”, “Quais são os passos?”). O conteúdo que já segue esse formato se torna mais fácil de ser absorvido e reformatado pelo ChatGPT em uma resposta conversacional e fluida.
3. Otimize para entidades e fatos-chave (Knowledge Graph)
Certifique-se de que o seu conteúdo usa consistentemente o nome completo da marca, nomes de pessoas, produtos e metodologias proprietárias. Crie uma página “Sobre Nós” robusta e atualizada, e trabalhe para que sua marca tenha uma entidade no Google Knowledge Graph.
O ChatGPT opera com o conceito de entidades (pessoas, lugares, coisas) para garantir a precisão. Se o seu conteúdo nomeia consistentemente sua metodologia X e outras fontes de alta autoridade (como o LinkedIn ou Wikipedia) também a nomeiam, a IA a reconhecerá como um fato verificável e terá mais segurança para citá-la como resposta.
4. Crie “snippets” de resposta direta no início dos tópicos
No começo de cada seção importante, inclua um parágrafo conciso (de 30 a 50 palavras) que responda diretamente a uma questão específica do seu nicho, como um resumo.
Isso é uma tática de SEO (semelhante ao Featured Snippet) que funciona muito bem para LLMs, como o ChatGPT. A IA precisa de uma fonte primária e rápida. Ao fornecer esse “mini-resumo” logo de cara, você maximiza a chance de que ela o utilize como a citação principal.
5. Mapeie e cite fontes de autoridade que a IA valoriza
Inclua citações e referências a estudos, dados de mercado ou cases de sucesso de fontes externas. No cenário ideal, elas também devem citar a sua marca.
A IA faz cross-checking de fatos. Se o seu artigo cita um estudo da Harvard Business Review e essa mesma fonte ou fontes similares referenciam o seu CEO ou a sua empresa em outro lugar, a IA consolida um padrão de autoridade. Isso aumenta a confiança estatística do modelo para recomendar seu conteúdo como o mais seguro.
Garanta que sua marca seja a escolhida pelo ChatGPT!
A era da IA no marketing não é sobre “hackear” o algoritmo com truques baratos. É sobre maturidade digital. É sobre entender que o ChatGPT, o Gemini e as futuras IAs são, no fundo, os consumidores mais exigentes que você já enfrentou.
Eles exigem uma infraestrutura impecável (Tech), buscam desesperadamente por originalidade e profundidade (Content) e só recomendam quem provou ser confiável (Trust).
É por isso que o bom SEO feito antes das IAs segue dominando os resultados das pesquisas no novo cenário, como os cases que trouxe aqui.
Se você ignorar esses pilares, sua marca corre o risco de se tornar irrelevante, oculta atrás das respostas que citam seus concorrentes. Mas, se você agir agora e construir essa base, você tem a oportunidade de se tornar a “resposta padrão” para o seu mercado.
Na Orgânica, agência de Marketing especializada em SEO, conteúdo e performance, nós não só entendemos essa transformação: nós estamos ajudando a definir o novo padrão do mercado. E podemos fazer isso pela sua marca.
Solicite gratuitamente seu diagnóstico de SEO e presença de marca na IA.
Vamos analisar sua estrutura, seus sinais e sua autoridade — e mostrar exatamente o que precisa ser feito para sua marca se tornar a resposta preferida do ChatGPT e de quem compra de você!
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