31 maiores tendências de Marketing Digital para 2026


Rodolfo Benetti

Por   

 27/01/2026 

Com mais de 13 anos de experiência, é responsável pelas estratégias de marketing dos clientes da Orgânica.

✓ Conteúdo criado por humano

O Marketing Digital nunca teve uma fórmula escrita em pedra, mas tentar decifrar esse cenário sozinho virou um risco desnecessário para o caixa da empresa.

A cada dia, uma nova tecnologia ou plataforma promete "revolucionar" a forma como impactamos clientes. Mas é justamente nessa dinâmica acelerada que seguir tendências pelo simples hype, sem entender as estratégias de Marketing por trás, costuma dar mais errado do que certo.

Minha intenção aqui é te poupar de cometer esse erro caro. Filtrei o ruído do mercado e trouxe as 31 tendências de Marketing Digital para 2026 que realmente param em pé.

Existem muitas novidades para ficar de olho? Sim. Isso significa que você deve aplicar todas elas na sua operação? Definitivamente, não.

Mas conhecê-las a fundo é fundamental para que você tenha a visão necessária para escolher as batalhas certas.

Veja quais são as prioridades que vão alavancar suas vendas neste ano!

1. IA como infraestrutura estratégica

Lembra quando a “novidade” era pedir para o ChatGPT escrever um e-mail? Isso ficou para trás. Em 2026, a Inteligência Artificial deixa de ser um "brinquedo" de produtividade individual para se tornar a base da operação da empresa.

Não estou falando de "ferramentas de IA", mas de agentes de IA. Esses sistemas não apenas criam, mas executam: eles analisam dados em tempo real, tomam decisões de compra de mídia e otimizam campanhas sem que um humano precise apertar um botão a cada etapa. O foco sai do hype e vai para o que a Forrester chama de "hard hat work" (ou o famoso “trabalho pesado”, em português): infraestrutura, governança e ROI real.

O mercado já não está para brincadeira. Segundo previsões da Forrester para 2026, 20% dos vendedores B2B já serão obrigados a interagir com agentes de IA compradores. Além disso, empresas que não conseguirem provar o ROI da IA vão congelar investimentos — ou seja, a era da "IA por diversão" acabou.

Pack IA na Jornada de Compra

2. GEO (Generative Engine Optimization) e Social SEO

Se você ainda está focado apenas em ficar na primeira posição dos "links azuis" do Google, tenho uma má notícia: o jogo mudou. Essa expressão parece familiar? O Guilherme, cofundador da Orgânica, já vem avisando o mercado há tempos.

Com o crescimento da busca conversacional baseada em IA (como ChatGPT, Perplexity e Gemini), o usuário quer a resposta pronta, não uma lista de sites.

É aqui que entra o GEO. O objetivo não é mais apenas o clique, mas ser citado como a fonte de autoridade na resposta gerada pela IA (o tal do Zero Click). E isso se estende para o Social SEO: o TikTok e o Instagram viraram os novos mecanismos de busca para as gerações mais novas, exigindo que seu conteúdo seja otimizado para ser encontrado visualmente também.

O impacto disso é, ao mesmo tempo, brutal e empolgante, dependendo do quanto você está preparado. Veja o que diz um estudo da Seer: quando uma resposta gerada por IA aparece no topo do Google (AI Overviews), a taxa de cliques orgânicos cai 61%. Se você não otimizar para ser a resposta da IA, você fica invisível.

No fim das contas, essa "sopa de letrinhas" (GEO, AEO, SXO...) que vem surgindo é, na essência, o bom e velho SEO. As boas práticas de relevância, conteúdo e autoridade continuam sendo o motor, apenas aplicadas a novos mecanismos. O jogo não mudou de regra, só ficou mais exigente.

3. Criatividade como "fator humano"

Com a IA gerando textos, imagens e vídeos em escala industrial, a internet foi inundada por conteúdo "nota 7" — correto, mas sem alma. O resultado? O diferencial competitivo em 2026 volta a ser o fator humano.

O consumidor não é bobo. Pesquisas de 2025 indicam que 54% dos consumidores já conseguem distinguir conteúdo gerado por IA e preferem marcas que mostram autenticidade humana. O conteúdo de IA ganha no volume, mas o humano ganha na confiança.

A tecnologia garante a escala, mas só a criatividade humana garante a conexão. Ironia, humor, opinião forte e narrativas emocionantes são coisas que a IA ainda não compreende com perfeição. 

Essa busca por originalidade e fator humano é o que a Orgânica chama de Unpromptable Ideas. É o conceito que define as ideias, insights e criações que não podem ser geradas por um prompt de Inteligência Artificial, pois nascem da vivência, da experiência e da inteligência estratégica humana. Investir nessa autenticidade é o que garante a conexão profunda com a audiência.

“Depois de muitos anos focados em performance pura, dados e ROI imediato, em 2026, o valor da marca volta a ser crucial. As pessoas não estão buscando apenas produtos, estão buscando conexão e propósito. Por isso, investir em narrativas que conectam com a audiência vai ganhar muito mais tração do que apenas brigar pelo clique.”

Rodolfo Benetti – CSO da Orgânica Digital

 

Marcas que apostarem no fator humano vão se destacar no meio do ruído robotizado. Não adianta ter o melhor algoritmo se a sua mensagem não faz o coração do cliente bater mais forte.

4. Infoprofissionais Creators

Chega de depender exclusivamente de influenciadores externos que nunca pisaram na sua empresa. A tendência agora é transformar quem realmente entende do seu produto — seus engenheiros, suporte, desenvolvedores, vendedores — em criadores de conteúdo.

Chamamos isso de Employee Advocacy elevado à máxima potência. Quando um especialista técnico da sua empresa fala, o mercado escuta com muito mais respeito do que quando vê um anúncio institucional. É a autoridade técnica humanizando a marca de dentro para fora.

Pessoas confiam em pessoas. Dados do LinkedIn mostram que leads gerados através de conteúdo compartilhado por funcionários convertem 7 vezes mais do que leads de outras origens. Além disso, a confiança em "especialistas técnicos" é historicamente maior do que em CEOs ou departamentos de marketing.

A gente pôde ver isso, na prática, no RD Summit 2025. A Natura e a Porto Seguros compartilharam como suas revendedoras e corretores, respectivamente, passaram a ser criadores de conteúdo e fecharam mais negócios. 

Algumas empresas já têm isso tão bem estabelecido que possuem programas de parceria e infraestrutura tecnológica própria para essas estratégias.

5. Live Shopping e Super Apps

O Brasil abraçou o modelo chinês de comércio digital. O Social Commerce amadureceu e virou live shopping dentro de super apps, com o TikTok liderando essa tendência.

A jornada de compra agora é sem atrito: o usuário descobre o produto, tira dúvidas ao vivo com o apresentador (muitas vezes, um time de influenciadores) e faz o pagamento — tudo sem sair do aplicativo

Não é apenas "postar foto do produto"; é criar entretenimento ao vivo que vende. Quem segurar a atenção e converter em tempo real vai sair na frente em 2026.

Os números assustam (no bom sentido). O TikTok Shop no Brasil viu seu volume de vendas crescer 25 vezes em apenas 4 meses após o lançamento oficial. 

Em sessões de live commerce bem executadas no país, marcas já chegam a vender dezenas de milhares de itens em poucas horas. 

Contra dados não há argumentos: enquanto o e-commerce tradicional luta por 3% de conversão, o live commerce pode bater 30% — uma eficiência 10 vezes maior, segundo a McKinsey. A projeção é que essa estratégia domine 20% das vendas globais até 2026.

 

 

6. PR Digital e Menções de Marca (Brand Mentions)

Esqueça aquela velha ideia de que assessoria de imprensa serve apenas para "sair no jornal". Em 2026, o PR Digital é uma ferramenta técnica de SEO e autoridade.

Com a IA varrendo a internet para entender quem é relevante, quem fala de você importa tanto quanto o que você fala de si mesmo. Aqui, na Orgânica, chamamos isso Trust, um dos três pilares essenciais para aumentar a visibilidade da sua marca no digital — os outros dois são Tech e Content. 

Se portais de notícias, influenciadores de nicho ou podcasts citam sua empresa — mesmo sem link —, os buscadores e as IAs entendem que você é confiável. A "menção" virou a nova moeda de troca.

7. Inteligência de Dados e RevOps

Sabe aquela briga histórica entre Marketing (que diz que mandou o lead) e vendas (que diz que o lead era ruim)? Ela precisa acabar em 2026. A tendência agora é RevOps (Revenue Operations).

É a integração total dos dados de Marketing, vendas e Sucesso do Cliente em uma única visão. Com o custo de mídia subindo ano após ano, a solução não é apenas "comprar mais tráfego", mas ser brutalmente eficiente com quem já entrou no funil

O Gartner prevê que, até 2025, 75% das empresas de maior crescimento no mundo já terão implementado um modelo de RevOps. Por quê? Porque alinhar pessoas, processos e tecnologia sob a mesma meta de receita é a única forma de escalar de forma sustentável hoje.

Essa tendência se estende para 2026. Cada vez mais, as empresas vão precisar garantir que nenhuma oportunidade se perca nas passagens de bastão entre as áreas.

Planilha Lead Scoring

8. Estratégia de Conteúdo Híbrida

Vivemos um paradoxo: a atenção das pessoas está curta, mas a necessidade de confiança é longa. Por isso, a aposta única ("só faço reels" ou "só faço artigos") é um tiro no pé. O cenário atual pede uma estratégia híbrida.

Você precisa do conteúdo snackable (curto, rápido, visual) no TikTok e Instagram para captar a atenção e gerar descoberta. Mas, ao mesmo tempo, precisa do conteúdo profundo (guias, videocasts, newsletters) para reter, educar e provar que você não é raso. Um atrai, o outro converte. 

É claro que não existe uma regra escrita em pedra que diz o que deve ser feito e como. Cada nicho, público, marca possui suas particularidades. O que você precisa saber é que o campo é complexo, com vários formatos, e se limitar pode custar caro.

Tudo começa com entender o seu mercado e público, a partir disso, é hora de estudar as possibilidades de ação e atacar todos os canais. 

Além de criar uma trilha para seu lead converter, uma comunicação consistente, em diversos canais, também melhora a indexação dos conteúdos produzidos pela sua empresa.

9. Privacidade e Confiança

Com o fim dos cookies de terceiros e a IA usando dados para tudo, o consumidor ficou arisco. Privacidade deixou de ser um problema jurídico de LGPD para virar um diferencial competitivo de marca.

A privacidade está pagando as contas. Segundo o estudo da Cisco, para cada US$ 1 investido em privacidade, as empresas recebem US$ 2,70 de retorno. Além disso, 94% das organizações dizem que seus clientes não comprariam delas se os dados não fossem protegidos adequadamente.

A tendência é o Marketing baseado em confiança. Se o cliente confia em você, ele quer te dar os dados dele para ter uma experiência melhor. Se ele não confia, ele usa bloqueadores e mente no formulário. Transparência não é mais "chatice de compliance", é a base da venda.

10. Marketing Experiencial (Offline + Online)

Depois de anos vivendo em telas, o "mundo real" virou artigo de luxo. Mas atenção: não é fazer evento por fazer. A tendência é o Ciclo Phygital.

A experiência offline (um evento, uma ativação, um unboxing incrível) serve para criar a conexão emocional profunda que a tela não consegue. E, o mais importante: essa experiência física gera o melhor conteúdo digital possível (vídeos espontâneos, reviews reais, buzz). 

O offline alimenta o online. É sair de trás do computador para criar memórias que viram engajamento espontâneo.

Os números mostram que nada substitui o "ao vivo" na hora de criar lealdade. Pesquisas indicam que 91% dos consumidores estariam mais propensos a comprar o produto ou serviço de uma marca após participar de uma ativação ou experiência de marca. 

Aqui, a memória afetiva converte mais que o banner.

11. Diversidade e Acessibilidade

Embora a pesquisa por voz para compras não tenha virado o padrão de massa que se previa, a tecnologia por trás dela (comandos de voz e leitura de tela) se tornou vital para algo muito mais importante: a inclusão.

A grande vantagem da acessibilidade hoje não é apenas vender por comando de voz, mas garantir que suas plataformas digitais integrem PCDs (pessoas com deficiência) como consumidores ativos. Estamos falando de um mercado gigantesco que foi negligenciado por décadas.

Finalmente, vemos ferramentas de IA e design que devolvem a independência para essas pessoas. E a sua marca precisa fazer parte disso.

Um exemplo prático e inspirador no Brasil é o que a RD Station tem feito em seus eventos. Antes de começar o conteúdo, o palestrante faz sua autodescrição (nome, características físicas, roupa que está usando). Isso permite que pessoas com deficiência visual construam a imagem mental de quem está falando, participando da experiência de forma completa.

A empresa ganha com isso? É óbvio. Mas ela lidera uma expansão de mercado por um interesse que vai além da lucratividade imediata: a construção de uma marca humana e responsável.

O alargamento da acessibilidade tem tudo a ver com a vontade genuína de servir às pessoas. E, tecnicamente falando, um site acessível para leitores de tela é muito mais fácil de ser lido pelos robôs do Google e pelas IAs.

Ou seja: ao focar na inclusão, você melhora a Experiência do Usuário (nossa tendência nº 14) e ainda ganha pontos valiosos de SEO. Fazer o bem também é um excelente negócio.

12. Marketing responsável e sustentabilidade

Com o aumento das expectativas dos consumidores em relação à responsabilidade social e a agenda ESG como um todo, vem crescendo uma área dentro do Marketing mais comprometida com essa questão.

Em 2026, as marcas vão continuar sendo desafiadas a ir além das estratégias de Marketing e integrar práticas sustentáveis em todas as etapas de suas operações, não só para vender a ideia de sustentabilidade, mas mostrar que aplicam seus princípios de forma consistente.

Esses consumidores buscam marcas que demonstrem compromisso real com questões sociais e ambientais, além de transparência nas ações corporativas.

A incorporação da sustentabilidade nas estratégias de Marketing, além de atender às expectativas do público, também abre oportunidades para contar histórias mais autênticas.

Assim, a narrativa de uma marca alinhada a valores sustentáveis cria conexões emocionais mais fortes com os consumidores.

"Na sua essência, o branding e marketing giram em torno da confiança — pense nisso como um relacionamento entre duas pessoas: o cliente e a marca, que representa o negócio. Nesse relacionamento, a autenticidade desempenha um papel crucial. Ela constrói confiança, cria laços emocionais, promove consistência e engajamento, além de reduzir riscos à reputação, criando uma fidelização dos clientes."

Yaya Aaronsohn – Responsável pelo Brand Maker na Wix

Dica: Storytelling: conte histórias que vendem de forma poderosa

13. Imersão AR e VR no Marketing

A AR (Realidade Aumentada) e VR (Realidade Virtual) estão modificando as campanhas de Marketing e criando experiências interativas e imersivas para o público.

Em 2026, isso promete ser ainda melhor!

A AR permite que os consumidores experimentem produtos de forma virtual antes da compra, enquanto a VR permite que vivenciem ambientes totalmente novos.

Além disso, ambas possibilitam a criação de campanhas mais participativas e com alto potencial de engajamento, nas quais os consumidores se tornam parte ativa da narrativa.

Tendências de Marketing Digital: o que foi consolidado?

Agora que você já pôde vivenciar as mudanças para o ano que recém começou, veremos quais as tendências dos anos anteriores realmente se consolidaram no presente:

14. A Experiência do Usuário no centro de tudo

Nos últimos anos, o Google vem fazendo diversas atualizações nos seus algoritmos para melhorar os resultados de pesquisa, deixando cada vez mais claro que o SEO é muito importante.

Só que, tão importante quanto otimizar os conteúdos para alcançarem boas posições e serem encontrados nos mecanismos de busca, é oferecer uma Experiência do Usuário (UX) de qualidade ímpar.

Quer dizer que seu site precisa:

  • Ser fácil de navegar;
  • Ser leve, para carregar rapidamente;
  • Ter um conteúdo realmente útil e compreensível para seu público-alvo.

Imagino que você já entenda o que é um site fácil de usar e que consuma poucos dados ao ser carregado com velocidade.

Acho que sua dúvida pode girar ao redor do último ponto: "Como criar conteúdos úteis?".

Para desenvolver um conteúdo de valor, que some à vida dos seus visitantes solucionando dúvidas ou problemas práticos do dia a dia, por exemplo, é preciso voltar à base de tudo e se perguntar:

  • Quem é o meu consumidor?
  • O que ele quer e precisa?
  • Ele encontra na minha empresa as respostas que busca?
  • Meu site funciona bem, tanto no celular quanto no computador?
  • É fácil para ele navegar no meu site? A experiência é boa?
  • Será que ele compraria meu produto ou serviço?

Você não precisa adivinhar as respostas para essas perguntas (felizmente!).

Uma rápida análise das métricas do seu site ou redes sociais pode oferecer informações valiosíssimas para o aprimoramento dos seus canais, produtos ou serviços.

Ainda assim, use seu bom senso e experiência para fazer o que você faz de melhor: compreender o cenário em que seu negócio está inserido e lapidar ainda mais os resultados que atendam a todos os pontos apresentados acima.

Com a Experiência do Usuário no centro de tudo, sua preocupação com a acessibilidade do seu conteúdo não se limita apenas à experiência no seu site ou blog, mas se estende a jornada do cliente, do primeiro contato ao pós-venda.

Cada anúncio que você publica, cada e-mail enviado na sua campanha de E-mail Marketingtudo precisa ser claro, objetivo e útil!

Essa tendência só tem ganhado força, mostrando que veio para ficar por muitos e muitos anos no futuro.

Inclusive, a intensa concorrência promovida pelo Marketing Digital nos mostra que ela continuará sendo um ponto importante para o sucesso das estratégias.

Veja só esse dado: 88% dos compradores online afirmam que não retornariam a um site depois de ter uma experiência ruim. Imagine só o tamanho da perda de oportunidades que isso gera!

Por outro lado, uma ótima interação entre usuários e plataformas online é o que, muitas vezes, determina a conversão e a fidelização!

15. O Inbound Marketing como boas práticas de Marketing

Quando o Inbound Marketing ganhou tração no Brasil, foi considerado "O Novo Marketing" — ele não era mais do que uma tendência.

Já hoje, a prática do Inbound Marketing é tão visceral no funcionamento de uma estratégia de Marketing Digital que ele é tratado integralmente como a coleção de boas práticas para alcançar o sucesso. Assim como o Guilherme bem disse:

Guilherme de Bortoli – CEO da Orgânica Digital“O Inbound Marketing une Marketing de Conteúdo, redes sociais, SEO, tráfego pago, e-mail, automação… Une tudo que há de bom no Marketing (e no digital) e coloca o cliente no centro.”

Guilherme de Bortoli
CEO – Orgânica Digital

 

 

 

Assim, o Inbound Marketing não é mais apenas uma tendência, tornou-se uma prática consolidada e fundamental para o sucesso no ambiente digital.

A estratégia centrada no cliente, focada em atrair, envolver e converter leads, demonstrou resultados tão impactantes, que não há mais dúvidas sobre seu valor.

As empresas têm adotado estratégias de Inbound de maneira abrangente, reconhecendo a importância de criar conteúdo relevante, estabelecer autoridade no seu setor e fortalecer relacionamentos com os clientes, trabalhando os canais mais estratégicos.

Dica: A Orgânica é uma premiada Agência de Inbound Marketing. Saiba mais!

16.  Marketing de Conteúdo

Desde 2013 que o Marketing de Conteúdo vem sendo abraçado pelo Marketing Digital e a tendência é que continue funcionando como um ímã de tráfego online.

O Marketing de Conteúdo foi tão propagado, que fica difícil falar de Inbound Marketing (ou das boas práticas do Marketing Digital) sem citar a criação de conteúdo para gerar cliques através do SEO e muito engajamento nas redes sociais.

A atenção de grandes empresas para esse tipo de mídia mostra claramente o quão poderosa é essa estratégia para se destacar na Internet!

 

17. Mobile Marketing

O Brasil tem mais celulares do que pessoas (é verdade), então é esperado que a maior parte do tráfego digital aconteça via smartphone.

Por essa razão, a otimização de plataformas, conteúdos e anúncios para os celulares explodiu nos últimos anos e continua como uma das características mais importantes na efetivação de um plano de Marketing Digital lucrativo.

E a vantagem do Marketing para dispositivos móveis é que, diferente dos computadores, os celulares permitem uma identificação detalhada do comportamento dos usuários.

Essa identificação facilita a segmentação de conteúdos altamente personalizados, com altas taxas de conversão.

Além do mais, celulares acompanham os brasileiros em todos os cantos: na cama com os parceiros, em uma caminhada na rua ou até no banheiro.

É uma porta aberta por onde as empresas são procuradas e convidadas a entrar pelos próprios donos — desde que o site seja responsivo, é claro!

18. Vídeo Marketing

Toda empresa quer abocanhar um pedaço do tsunami que foram os vídeos curtos.

Do TikTok ao YouTube Shorts (passando pelos Reels e Stories do Instagram e Facebook), esse tipo de mídia tem alto potencial de viralização e é capaz de fazer uma empresa crescer de forma orgânica da noite para o dia.

Além dos vídeos curtos, a velha prática de utilizar conteúdo audiovisual para aumentar a conversão de landing pages em até 80% continua válida para os anos seguintes.

O grande foco vai para os conteúdos educativos, reforçando a humanização e a honestidade da empresa em transformar a vida do público através dos produtos e serviços que serve.

Quanto mais útil, fácil de entender e dinâmico for o vídeo, maiores serão as chances desse material se manter como uma fonte de tráfego ou conversão possivelmente vitalícia.

19. Big Data

O que seria das empresas sem a coleta (e interpretação) dos dados sobre o comportamento da audiência?

A tendência agora não é mais a coleta de dados em si (o que acontece há vários anos), mas sim as novas conversas despertadas pelos movimentos globais de regulamentação do uso desses dados.

Nesse contexto, as empresas estão utilizando conjuntos massivos de dados para entender as preferências do consumidor, identificar padrões e antecipar tendências de mercado.

Contudo, o uso crescente do Big Data traz consigo desafios éticos, especialmente em relação à privacidade.

Por conta das políticas de controle de coleta, como a LGPD, os marketeiros estão sendo direcionados a adotar práticas responsáveis sobre reunir, entender, utilizar e proteger os dados das pessoas.

20. LGPD

Difícil algo ser tão consolidado quanto uma lei, mas é exatamente isso que a LGPD — a Lei Geral de Proteção de Dados — é.

Sancionada em 2018, para ialertar sobre a responsabilidade na coleta e uso de dados (com multas altíssimas por infrações), a LGPD visa proteger a privacidade dos consumidores.

Essa transição é natural e esperada, então mesmo que essa consolidação continue se firmando como rotina no futuro, qualquer empresa que valoriza as boas práticas se beneficiará em comparação com as outras.

Dica: Trabalhar com Marketing Digital é seguro, sim! Veja o porquê

21. Automação

Utilizar ferramentas de automação de envio de E-mail Marketing e monitoramento de métricas já é padrão.

Além da multiplicação na geração de leads quentes, bem mais próximos dos canais de comunicação da marca, as automações economizam tempo e aumentam produtividade dentro da empresa.

Fazer um negócio crescer sem um programa de automação é muito, muito difícil no cenário atual — e as coisas não ficarão mais fáceis no futuro!

22. Instagram na mira

O Instagram cresceu demais nos últimos anos, mas, assim que o TikTok se tornou o aplicativo mais baixado do mundo no início de 2022, precisou correr para se adaptar à concorrência.

A resposta se deu principalmente com o surgimento da função "Reels", para se manter relevante em meio às tendências de conteúdo em vídeo de curta duração.

Só que o Instagram não apenas abraçou o formato popularizado pelo TikTok, como também adicionou recursos exclusivos, consolidando sua posição como uma plataforma versátil para criação e consumo de conteúdo.

A rede social da Meta ajustou a rota — focando agressivamente em Reels e recomendações via IA — e conseguiu o que parecia improvável: manteve a liderança isolada na geração de receita publicitária.

Enquanto o TikTok vence a batalha da atenção (tempo de tela), o Instagram vence a batalha da carteira. Ele se mantém como o porto seguro dos diretores de marketing, entregando uma plataforma de anúncios mais madura e previsível que a do concorrente chinês.

Com mais de 15 anos de estrada, o Instagram possui um ativo que o dinheiro não compra fácil: uma base de usuários "educada" para o consumo.

Mas não se engane: o TikTok deixou de ser "tendência" para virar gigante. A plataforma se consolidou brutalmente no Brasil e, segundo dados de 2025, já ultrapassou a barreira dos 105 milhões de usuários no país. Não é mais sobre "dancinha", é sobre audiência de massa.

 

23. WhatsApp Marketing

Ao expandir as funcionalidades de um mensageiro instantâneo para uma rede social em ascensão, o WhatsApp abriu as portas para que empresas usassem a plataforma para interagir e vender.

Através de catálogos de produtos e suporte ao Marketing Conversacional, o WhatsApp Marketing está multiplicando as vendas de muitos negócios.

Junto com a Comunicação Multicanal ou até mesmo isolado, o WhatsApp é definitivamente uma tendência que se consolidou e continua apresentando enorme potencial de crescimento.

24. Telegram

O público do Telegram se divide em grupos superaquecidos que orbitam ao redor de nichos específicos, tornando esse comunicador instantâneo uma ferramenta exclusiva de rapport, nutrição e venda.

É o espaço ideal para entrar em contato com o público (com altíssima taxa de entrega), disponibilizar materiais ricos e fazer ofertas para uma audiência tão preparada para comprar quanto a do WhatsApp.

O Telegram veio devagar e se consolidou no Marketing Digital (e até no Marketing Político).

25. Relacionamento via chatbots

O relacionamento de uma empresa com o cliente via chatbots não só se consolidou, como evoluiu para uma estratégia ainda mais humanizada.

Não há dúvidas de que esse canal expandiu a forma de tocar os clientes e lucrar a partir de plataformas que sanam dúvidas, se integram na rotina deles e os direcionam para uma equipe pronta para fechar negócio.

26. Podcasts

Apesar de ter se espalhado de repente na Internet, os podcasts ainda não tinham se provado como uma tendência de Marketing Digital consolidada.

Agora, por outro lado, também não restam dúvidas do peso e da influência que os conteúdos em áudio (às vezes, acompanhados por vídeo) têm na rotina do público.

Cada vez mais pessoas têm preferido esse formato porque é fácil de consumir, geralmente é melhor curado e quase sempre é super específico sobre o tema que aborda.

Sem falar que os podcasts são entregues pelas vozes de outros seres humanos sussurradas nos ouvidos: uma relação íntima que desperta confiança, proximidade e intimidade com os apresentadores.

27. Marketing de Indicação

Depois que o Rodrigo Noll gerou mais de R$ 20 milhões em receita recorrente com a estratégia de Marketing de Indicação, decidi perguntar como é que ele fez isso!

E ele explicou que todo mundo indica algo para alguém. Dar pitaco na vida dos outros (e dividir o que funcionou para a gente) é uma reação natural dos seres humanos — criaturas altamente sociais.

A diferença do Rodrigo ao usar o Marketing de Indicação, comparado a mim e você, é que ele não deixa essa indicação acontecer de forma passiva ou desestruturada.

Dica: Gatilhos mentais no Marketing Digital: como usá-los?

Empresas como Netflix, Uber e, principalmente, Nubank se aproveitam dessa tendência humana de influenciar a cabeça dos outros para criar um ciclo de indicações basicamente infinitas. Por exemplo:

  • Um serviço é criado para sanar um problema óbvio que ninguém resolveu ainda;
  • Esse serviço não cria muitas barreiras de entrada, para permitir a adesão por mais e mais pessoas;
  • As empresas promovem as interações sociais através de campanhas humanizadas;
  • E as pessoas, surpresas e contentes pela facilidade do uso e da adesão do serviço, espalham aos quatro ventos que "Você precisa baixar esse aplicativo!".

Quanto mais você encantar o cliente (e quanto mais sugerir que o negócio seria bom para as pessoas que ele conhece também, como fez o Airbnb), mais chances terá de lucrar com o Referral Marketing.

28. Conversational Marketing

Com o uso de IA Generativa para criar conversas fluidas, indistinguíveis das humanas, o objetivo do Conversational Marketing evoluiu de tirar apenas dúvidas para atuar como um SDR (pré-vendas): ele entende o momento do cliente, quebra objeções iniciais e nutre o lead 24 horas por dia.

A lógica é financeira: enquanto seu concorrente faz o cliente preencher um formulário e esperar 2 dias por um contato, o seu assistente virtual inicia a negociação na hora.

Se você ainda depende exclusivamente de formulários estáticos (como o "Fale Conosco"), você está deixando dinheiro na mesa. A consolidação dessa tecnologia permite personalizar a oferta com base no histórico de navegação em tempo real, entregando para o vendedor humano apenas o lead quente, pronto para assinar.

A eficiência financeira dessa consolidação é brutal. O Gartner estima que, em 2026, as implantações de IA conversacional em contact centers vão reduzir os custos de mão de obra de agentes em US$ 80 bilhões. Quem automatiza a conversa inicial, escala a operação sem inflar a folha de pagamento.

Planilha Checklist Processo Comercial para SDR

29. Comunicação Multicanal (Omnichannel)

A Comunicação Multicanal (Omnichannel) reúne todos os pontos de comunicação da empresa em um lugar só.

Significa que todos os e-mails recebidos, todas as mensagens no direct do Instagram, do Facebook Messenger e, até mesmo, de um número de telefone vão parar em uma única plataforma.

Dessa plataforma, a comunicação pode ser redirecionada para o setor ou responsável certo, que terá acesso a um perfil riquíssimo do cliente que está entrando em contato — podendo acessar todo o histórico de comunicação e comportamento dele.

Isso acelera e personaliza o atendimento ao cliente, e corta boa parte dos gastos no setor de comunicação porque, em vez de gerenciar várias plataformas separadamente, tudo é afunilado para uma central de informações, acesso e interações, com subdivisões internas.

Com as ferramentas disponíveis atualmente, não é mais aceitável dar a bola fora de não usar informações tão importantes como estas. 

A Orgânica também já fez uma parceria com o RD Station Conversas para implementar a Comunicação Multicanal — porque a gente bebe da própria fonte e pratica cada uma das dicas que damos para você!

Atendimento da Orgânica no WhatsApp

30. Usabilidade e utilidade

A constante busca por otimização é uma marca registrada de empresas como o Google, que está empenhado em melhorar seus mecanismos para fortalecer o SEO sem sacrificar a Experiência do Usuário.

Nos últimos anos, as empresas focaram em aprimorar a usabilidade de seus sites e aplicativos, garantindo que os usuários encontrem informações de maneira rápida e intuitiva.

Além disso, a otimização também foi necessária para reduzir o consumo de recursos, como dados móveis, proporcionando uma melhor experiência.

Esse desenvolvimento não só atendeu às expectativas dos usuários, mas também fortaleceu a presença online das marcas.

Dica: Orçamento de Marketing para 2026: saiba como definir

31. User Generated Content (UGC)

O User Generated Content (UGC), ou conteúdo gerado pelo usuário, tem a ver com os materiais criados espontaneamente pelos próprios consumidores. Eles podem, por exemplo, assumir a forma de:

  • Reviews;
  • Posts nas redes sociais;
  • Vídeos;
  • Fotos;
  • Memes.

Todos, é claro, produzidos de forma genuína e compartilhados online. E o grande valor do UGC está, justamente, nessa espontaneidade e na conexão emocional que promove entre a marca e seu público.

Diferentemente de campanhas publicitárias tradicionais, o UGC é visto como mais autêntico e confiável pelos consumidores, já que reflete experiências reais e opiniões sinceras. Essa característica torna o UGC uma ferramenta poderosa para engajamento, construção de credibilidade e fortalecimento da lealdade do cliente.

Essa característica tornou o UGC uma ferramenta poderosa para engajamento, construção de credibilidade e fortalecimento da lealdade do cliente.

Agora, para continuar aproveitando ao máximo o potencial do UGC, as empresas devem adotar práticas consistentes de monitoramento e social listening. Isso inclui:

  • Identificar conteúdos relevantes criados pelos consumidores sobre a marca;

  • Analisar feedbacks, comentários e menções para entender a percepção do público;

  • Responder e interagir com o UGC para demonstrar apreço e reforçar o relacionamento.

Ferramentas de social listening estão ajudando as marcas a rastrear menções, hashtags e palavras-chave relacionadas ao seu negócio, o que permite uma análise em tempo real de como os clientes se envolvem com a marca online.

O User Generated Content está gerando valor de diferentes maneiras, como:

  • Autenticidade: o UGC ressoa com os consumidores porque não é uma mensagem publicitária, mas sim uma experiência real;
  • Baixo custo: marcas podem aproveitar conteúdos já criados pelos consumidores, reduzindo custos de produção de campanhas;
  • Alcance orgânico: conteúdos espontâneos têm maior probabilidade de gerar engajamento e alcance nas redes sociais;
  • Conexão emocional: compartilhar histórias reais de clientes reforça a sensação de comunidade e pertencimento em torno da marca.

O UGC já é uma peça-chave para estratégias de Marketing bem-sucedidas, pois oferece às empresas a oportunidade de construir uma relação mais autêntica e engajada com seus consumidores.

O que aconteceu com as tendências de Marketing Digital que não se consolidaram?

O cenário do Marketing Digital é dinâmico, e nem todas as tendências que surgem conseguem alcançar a consolidação esperada.

Diversos fatores influenciam o sucesso ou fracasso de uma tendência, tornando esse fenômeno um desafio constante para profissionais de Marketing e empresas.

Algumas razões podem ser:

  • Mudanças nas preferências do consumidor;
  • Avanços tecnológicos inesperados;
  • Falta de adaptação das marcas às necessidades do mercado;
  • Concorrência acirrada;
  • Saturação do mercado;
  • Mudanças nas regulamentações de dados.

Ao analisar as tendências que não se consolidaram, é importante aprender com essas experiências para ajustar estratégias futuras e evitar armadilhas similares.

Veja cinco exemplos de tendências que não se consolidaram:

IGTV

O IGTV do Instagram se vendeu como uma tendência promissora. Chegou até a obrigar os usuários a postar conteúdos apenas nesse canal audiovisual da rede.

Só que o IGTV não contava com a ascensão dos vídeos curtos, e foi aí que ele perdeu a força e precisou otimizar a fórmula integrando novas funcionalidades.

Assim nasceu a popular aba Reels: uma releitura de tudo que o IGTV prometeu se tornar (e mais um pouco) para bater de frente com o TikTok e segurar a posição contra o iminente YouTube Shorts.

AMP

AMP é a sigla em inglês para Accelerated Mobile Pages (traduzido livremente como "páginas aceleradas de dispositivos móveis") e causou polêmica quando foi implementado.

A ideia era dar prioridade nos resultados de buscas às páginas com AMP do Google e (discutivelmente) melhor otimização da velocidade no carregamento para celulares e tablets.

Isso obrigava os sites a usarem essa plataforma do Google — ou serem esquecidos nas pesquisas!

Notando como essa atitude foi limitante (e como as empresas não aderiram ao modelo), Google largou o AMP de mão e decidiu manter a Internet um local mais independente, justo, e até mais rápido.

Conteúdo genérico de IA (sem curadoria humana)

Em 2023 e 2024, muita gente caiu no conto de que poderia demitir o time de conteúdo e gerar centenas de posts por dia com um clique no ChatGPT. O resultado? O Google contra-atacou.

O Core Update de março de 2024 foi um banho de água fria em quem apostou na quantidade sem qualidade. O buscador deixou claro: conteúdo feito apenas para ranquear, sem expertise ou vivência real (o tal do E-E-A-T), é tratado como SPAM

Vale lembrar que a IA é uma ferramenta de apoio, não o piloto automático. Quem terceirizou o cérebro para o robô perdeu tráfego da noite para o dia.

Metaverso (como canal de massa)

Lembra de 2022, quando parecia que todos nós viveríamos com óculos de realidade virtual e compraríamos terrenos digitais? A poeira baixou e a realidade se impôs.

O Metaverso não "morreu", mas não virou o canal de massa que o marketing esperava para vender produtos do dia a dia. Ele se consolidou em nichos específicos (games como Roblox e Fortnite ou treinamento industrial), mas o consumidor médio não quer colocar um capacete pesado para fazer compras ou socializar. 

O foco do mercado migrou para a realidade mista (spatial computing) e experiências físicas, deixando o mundo 100% virtual para os gamers.

Pesquisa por voz (no formato de assistentes de voz para compras)

Há alguns anos, a profecia era de que 50% das compras seriam feitas por voz. "Alexa, compre um tênis". Isso não aconteceu.

Por um motivo simples de comportamento humano: nós somos visuais. Para compras complexas (roupas, eletrônicos, decoração), o cliente precisa ver o produto

Estudos mostram que, embora existam mais de 8 bilhões de assistentes de voz no mundo, a grande maioria é usada apenas para tarefas simples. A barreira de confiança e a falta de interface visual fazem com que a maioria esmagadora dos usuários não se sinta confortável em comprar exclusivamente por comando de voz.

A pesquisa por voz se consolidou como utilitária (tocar música, previsão do tempo, timer de cozinha), mas fracassou como canal de transação comercial direta. A busca conversacional (chat) e a busca visual (foto/vídeo) venceram a corrida contra a voz pura.

E o que você vai fazer a respeito disso?

Viu que nenhuma das tendências citadas nesse guia é receita de bolo, não é? Elas mudam com frequência e podem sair pela culatra, principalmente quando seguidas sem bom senso.

Isso porque as tendências de Marketing Digital são apenas indicadores do que pode ou não funcionar em determinada estratégia.

O sucesso de uma estratégia sempre estará atrelado ao contexto em que a empresa se encontra: os recursos que dispõe, o mercado que atua, e o conhecimento que tem do público que deseja alcançar.

Por isso que a Orgânica segue se atualizando, com um time multidisciplinar, especializado em identificar essas mudanças e testá-las internamente antes de oferecê-las aos clientes.

Como falei, somos uma agência de Marketing Digital que bebe da própria fonte: nossa equipe testa e sabe como seguir as regras do jogo das plataformas, mesmo quando as peças mudam de lugar!

Peça o diagnóstico de Marketing Digital gratuito da Orgânica para saber qual dessas tendências é a mais indicada para o seu negócio em 2026. Não aposte na sorte — conte com a expertise de um time multidisciplinar para garantir a vitória!

Orgânica Digital. The Way To Grow.


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